Tudo é apenas uma ilusão do tempo...
Olá, tolos infelizes que eu amo tão incondicionalmente. Mais uma vez eu estou escrevendo neste Blog (Kefka, eu vou envenenar você e depois te atirar de um precipício), pois, aparentemente, isso se tornou um vício meu.
Como eu expliquei no post anterior, a partir deste post eu poderei escrever detalhes sobre minhas venturas por outros mundos, "se eu sentir que assim deverá ser." De novo (e como eu já havia explicado em algum lugar - leitores ávidos, perseguidores fanáticos e fãs obsessivos sabem do que eu estou falando), tais descrições terão apenas a função de produzir drama porque eu sou, óbviamente, uma drama whore.
Mais uma vez aproveito a oportunidade de agradecer à "Bruxa das Dimensões", Srta. Yuuko, pelo magnífico livro de feitiços dimensionais - minha sincera e eterna gratidão! (Fascinante o que se pode encontrar na Internet...)
Se minha memória não me engana, o primeiro reino que visitei era muito tedioso. Tudo estava em ruínas, exceto por um enorme - e eu digo, ENORME - castelo flutuante acorrentado ao que parecia ser uma praia.
Bem, a construção era impressionante, eu admito, e o fato de estar "flutuando" dava um toque sobrenatural a ela, além da atmosfera ameaçadora fornecida pelas nuvens tempestuosas e dos trovões laminados, é claro, mas o castelo em si não me pareceu grande coisa. Possuía muitas torres pontudas (Freud iria adorar!) e o tema gótico das estruturas me dava náuseas.
Por favor! Aquele castelo gritava "Eu sou um clichê de filme de terror antigo! Lalala! Ah, a propósito, trema diante dos meus trovões!" Meu Palácio do Deserto era muito mais esplêndido e moderno. Tive pena da pobre criatura que habitava ali.
Voei até a entrada para averiguar o interior - o lugar era protegido por uma barreira, mas nada que a minha poderosa magia não superasse - e, ao pousar nos enormes portões de entrada - de novo, era ENORME, somente magia poderia abrir aquilo, e isso logo me fez entender que alguma criatura racional e mágica vivia ali.
Ao adentrar o castelo, duas surpresas me ocorreram. A primeira foi uma tentativa fútil do proprietário do castelo de selar os meus poderes mágicos. Na verdade, foi uma tentativa fútil dos servos do tal homem. Homem ou mulher ou criatura... Enfim, não preciso gastar tempo dizendo que foi completamente inútil.
A segunda surpresa se tratou, na verdade, de uma "troca de coração", como assim dizem. O interior era absolutamente luxuoso e extravagante. Tudo mantinha um estilo clássico e continha algum elemento dourado, e tudo reluzia: as paredes, os ornamentos, as estátuas. Admito que perdi o fôlego. O proprietário tinha bom gosto, eu admiti, e com isso ganhou algumas estrelinhas douradas na minha lista. Mas ao mesmo tempo, tudo pecava por ser exageradamente grande, tornando-se desproporcional. Ai, típico sinal de uma pessoa com complexo de inferioridade.
"Pobre tolo...", pensei e comecei a minha exploração particular do lugar. Nada fora do comum, em verdade - exceto as passagens que, repentinamente, mudavam de estilo: uma sala "cintilante e luxuosa" dava em outra escura e empoeirada. E o que dizer dos monstros? Ridículos. Sucumbiam a uma simples 'Thundaga'.
(Continua...)
Primeiro Ato - Cena II: Teorias e Uma Conspiração
...Pois não há vida mais insincera do que aquela vivida como um baile de máscaras
Eu devo estar enlouquecendo. Me isolei da internet por alguns dias devido à alguns prazos vencidos, e assim que tive tempo livre me peguei voando direto para o meu palácio, e praticamente me teleportando para a minha suíte. Sentei em frente ao computador - agradeçendo sempre à tecnologia; sem ela não chegaríamos a lugar algum, e isso é um fato - e logo já deslizava meus dedos pelas teclas, escrevendo e escrevendo páginas e páginas de intermináveis monólogos.
E foi numa dessas overdoses de internet que acabei me deparando com teorias muitíssimo interessantes. Universos paralelos, dimensões diferentes, e buracos negros e brancos... Fascinante! E é óbvio que logo me senti tentado a ser o primeiro da minha espécie a atravessar as paredes deste mundo para um total e completamente diferente. Confesso que esta ideia me excita muitíssimo!
Graças aos meus poderosos poderes mágicos - e também à um site ótimo contendo livros de feitiços proibidos para travessia de dimensões em troca de coisas de pouco valor material, providos por alguém de nome "A Bruxa das Dimensões" - esse pensamento se tornou uma realidade.
A partir das próximas postagens neste Blog, detalhes sórdidos sobre minhas venturas por tais reinos e mundos alternativos poderão ser revelados, se eu sentir que assim deverá ser, isto é. Fabuloso!
(...)
Amável!
Eu acabei de descobrir os perseguidores supremos. Eles são um grupo de pessoas que amam mudar de nome - mas eu vou manter-me em seu encalço, para que eu possa então matá-los em breve um dia. Preferivelmente por telecineticamente bagunçando o seu mercado de ações e deixando-os todos obesos como a horrorosa Senhorita Elefante - dessa vez eles são Square-Enix.
Eles fizeram um detestável VIDEO-GAME sobre a minha vida! ...e eles foram bastante precisos, devo admitir. O Inferno! É como a vida real menos a necessidade de comer! Alguém irá definitivamente sofrer por causa disso...
Ah, e não posso me esquecer de chutar o Kefka na virilha, da próxima vez que encontrá-lo.
Eu devo estar enlouquecendo. Me isolei da internet por alguns dias devido à alguns prazos vencidos, e assim que tive tempo livre me peguei voando direto para o meu palácio, e praticamente me teleportando para a minha suíte. Sentei em frente ao computador - agradeçendo sempre à tecnologia; sem ela não chegaríamos a lugar algum, e isso é um fato - e logo já deslizava meus dedos pelas teclas, escrevendo e escrevendo páginas e páginas de intermináveis monólogos.
E foi numa dessas overdoses de internet que acabei me deparando com teorias muitíssimo interessantes. Universos paralelos, dimensões diferentes, e buracos negros e brancos... Fascinante! E é óbvio que logo me senti tentado a ser o primeiro da minha espécie a atravessar as paredes deste mundo para um total e completamente diferente. Confesso que esta ideia me excita muitíssimo!
Graças aos meus poderosos poderes mágicos - e também à um site ótimo contendo livros de feitiços proibidos para travessia de dimensões em troca de coisas de pouco valor material, providos por alguém de nome "A Bruxa das Dimensões" - esse pensamento se tornou uma realidade.
A partir das próximas postagens neste Blog, detalhes sórdidos sobre minhas venturas por tais reinos e mundos alternativos poderão ser revelados, se eu sentir que assim deverá ser, isto é. Fabuloso!
(...)
Amável!
Eu acabei de descobrir os perseguidores supremos. Eles são um grupo de pessoas que amam mudar de nome - mas eu vou manter-me em seu encalço, para que eu possa então matá-los em breve um dia. Preferivelmente por telecineticamente bagunçando o seu mercado de ações e deixando-os todos obesos como a horrorosa Senhorita Elefante - dessa vez eles são Square-Enix.
Eles fizeram um detestável VIDEO-GAME sobre a minha vida! ...e eles foram bastante precisos, devo admitir. O Inferno! É como a vida real menos a necessidade de comer! Alguém irá definitivamente sofrer por causa disso...
Ah, e não posso me esquecer de chutar o Kefka na virilha, da próxima vez que encontrá-lo.
Primeiro Ato - Cena I: A Xícara de Café Divina
A Paz é uma amante frágil
Como posso dizer isso? Eu honestamente quero matar aquele palhaço psicótico. Não, não apenas matar, mas trucidar e despedaçar. Eu vou envenená-lo, castrá-lo, esfaqueá-lo, desmembrá-lo, esquartejá-lo e queimar o que restar com vida. Mas, perdoem-me, eu estou fugindo do assunto...
Vejamos, eu acordei hoje de manhã com uma enxaqueca tremenda. Nem o mais poderoso feitiço de cura que estava em meu arsenal foi capaz de sequer abrandá-la. E o único culpado por isso é o meu psiquiatra, aquele acéfalo. Afinal, de que adianta ter um médico se ele mal receita analgésicos para aliviar minhas dores mentais?
Aparentemente, o problema consiste no meu sentimento de culpa, e isso, combinado com todo o esforço mental que eu sofro para conjurar meus feitiços, provoca uma espécie de exaustão em meu cérebro, ou assim ele me falou.
Me levantei da minha cama real (muito mais cedo do que o normal), só para descobrir que minhas pernas não sustentavam meu peso. Amaldiçoei todos os deuses e voltei para cama num só pulo. Bem, "pular" não seria o termo apropriado para o que eu fiz. Na verdade, eu me atirei nela.
Fabuloso, eu pensei, meu corpo já protestando contra a falta de cafeína matinal. Se bem que, eu não tomo uma boa xícara faz semanas, e foi aí que uma coisa me atingiu. Era tão óbvio! Abstinência! A enxaqueca era a respota física do meu organismo à falta de cafeína. Fiquei um tanto feliz com a descoberta, mas ainda não conseguia levantar um dedo sequer. Por alguns minutos, eu simplesmente fiquei deitado encarando o teto de mármore preto da minha suíte.
Após este pequeno contra-tempo matinal, eu estava decidido a tomar o meu café matutino, e nada, nem ninguém iria me impedir. Voei no meu dragão prateado até Alexandria, onde eu possuía certa popularidade e crédito, e assim que aterrisamos, fui direto para o pequeno Coffee Shop localizado em uma das praças da capital.
E incrivelmente, não fui reconhecido por ninguém ali - embora sendo alvo de todos os olhares confusos, temerosos, invejosos etc, do lugar - mas estava muito cansado para sorrir e proferir algumas poesias com a intenção de encantar, e muito desesperado pela minha xícara para me importar. Necessidades próprias em primeiro lugar, eu sempre me digo.
De repente, parei no meu caminho para observar uma cena mais que incomum: a Senhorita Elefante, Rainha Brahne - em pessoa - se sentava no balcão, aparentemente embriagada. Agora, como alguém pode estar embriagado numa loja onde só se vende café, não faço a mínima ideia.
Eu devo ter ficado visivelmente perplexo com a cena, pois a própria beberrona me encarava com um olhar confuso. Então os olhos se alargaram, e seus lábios formaram um bico. Apontando para mim, ela gritou:
"Você é tão linda! E cheirosa também!", as bochechas já estavam rubras, e de repente se tornou confusa novamente, levando uma mão ao queixo. "Você me é familiar... Quem é você?"
Linda? Cheirosa? Esquecimento alcoólico? E uma pequena lâmpada se acendeu na minha cabeça, enquanto um sorriso maligno se manifestava em meus lábios. Quem diria, isso pode dar certo, afinal... Sorri lindamente - e falsamente - para ela.
"Mas, oras, eu sou a Deusa do Café em pessoa! Ah," e fiz uma leve reverência, servindo-lhe uma xícara de café e oferecendo a ela. "aqui está, majestade."
"Ah, obrigada." Ela aceitou e bebeu o líquido num só gole.
"À propósito, isso vai lhe custar 9999 Gil." Juntei minhas mãos, sempre sorrindo.
"Ah, aqui está..." sem demorar muito, ela levou uma mão à pequena bolsa e retirou a determinada quantia em dinheiro vivo, entregando-a a mim.
Fabuloso! "Mas, me diga, vossa majestade já provou o meu delicioso café? Vamos, prove uma xícara." E enchi a mesma xícara da qual ela havia bebido, servindo-lhe novamente.
"Ah, como você é gentil. Obrigada." E ela bebeu tudo com muita ânsia.
"Sim, à propósito, isso vai lhe custar 9999 Gil." Repeti meu gesto com as mãos, e novamente ela me pagou.
Voltei para o meu palácio rindo tanto, e carregando uma quantia exorbitante de Gil em mãos. Certo momento, eu me lembro de ter rido tanto que comecei a sentir dores no abdômen e quase caí do dragão prateado.
Mas Kuja, e quanto à sua enxaqueca?, você me pergunta. Acontece que eu esqueci o melhor remédio contra a tal: um pouco de enganação e improviso, combinados com certo egoísmo e auto-confiança.
MWAHAHAHAHAHA!
Como posso dizer isso? Eu honestamente quero matar aquele palhaço psicótico. Não, não apenas matar, mas trucidar e despedaçar. Eu vou envenená-lo, castrá-lo, esfaqueá-lo, desmembrá-lo, esquartejá-lo e queimar o que restar com vida. Mas, perdoem-me, eu estou fugindo do assunto...
Vejamos, eu acordei hoje de manhã com uma enxaqueca tremenda. Nem o mais poderoso feitiço de cura que estava em meu arsenal foi capaz de sequer abrandá-la. E o único culpado por isso é o meu psiquiatra, aquele acéfalo. Afinal, de que adianta ter um médico se ele mal receita analgésicos para aliviar minhas dores mentais?
Aparentemente, o problema consiste no meu sentimento de culpa, e isso, combinado com todo o esforço mental que eu sofro para conjurar meus feitiços, provoca uma espécie de exaustão em meu cérebro, ou assim ele me falou.
Me levantei da minha cama real (muito mais cedo do que o normal), só para descobrir que minhas pernas não sustentavam meu peso. Amaldiçoei todos os deuses e voltei para cama num só pulo. Bem, "pular" não seria o termo apropriado para o que eu fiz. Na verdade, eu me atirei nela.
Fabuloso, eu pensei, meu corpo já protestando contra a falta de cafeína matinal. Se bem que, eu não tomo uma boa xícara faz semanas, e foi aí que uma coisa me atingiu. Era tão óbvio! Abstinência! A enxaqueca era a respota física do meu organismo à falta de cafeína. Fiquei um tanto feliz com a descoberta, mas ainda não conseguia levantar um dedo sequer. Por alguns minutos, eu simplesmente fiquei deitado encarando o teto de mármore preto da minha suíte.
Após este pequeno contra-tempo matinal, eu estava decidido a tomar o meu café matutino, e nada, nem ninguém iria me impedir. Voei no meu dragão prateado até Alexandria, onde eu possuía certa popularidade e crédito, e assim que aterrisamos, fui direto para o pequeno Coffee Shop localizado em uma das praças da capital.
E incrivelmente, não fui reconhecido por ninguém ali - embora sendo alvo de todos os olhares confusos, temerosos, invejosos etc, do lugar - mas estava muito cansado para sorrir e proferir algumas poesias com a intenção de encantar, e muito desesperado pela minha xícara para me importar. Necessidades próprias em primeiro lugar, eu sempre me digo.
De repente, parei no meu caminho para observar uma cena mais que incomum: a Senhorita Elefante, Rainha Brahne - em pessoa - se sentava no balcão, aparentemente embriagada. Agora, como alguém pode estar embriagado numa loja onde só se vende café, não faço a mínima ideia.
Eu devo ter ficado visivelmente perplexo com a cena, pois a própria beberrona me encarava com um olhar confuso. Então os olhos se alargaram, e seus lábios formaram um bico. Apontando para mim, ela gritou:
"Você é tão linda! E cheirosa também!", as bochechas já estavam rubras, e de repente se tornou confusa novamente, levando uma mão ao queixo. "Você me é familiar... Quem é você?"
Linda? Cheirosa? Esquecimento alcoólico? E uma pequena lâmpada se acendeu na minha cabeça, enquanto um sorriso maligno se manifestava em meus lábios. Quem diria, isso pode dar certo, afinal... Sorri lindamente - e falsamente - para ela.
"Mas, oras, eu sou a Deusa do Café em pessoa! Ah," e fiz uma leve reverência, servindo-lhe uma xícara de café e oferecendo a ela. "aqui está, majestade."
"Ah, obrigada." Ela aceitou e bebeu o líquido num só gole.
"À propósito, isso vai lhe custar 9999 Gil." Juntei minhas mãos, sempre sorrindo.
"Ah, aqui está..." sem demorar muito, ela levou uma mão à pequena bolsa e retirou a determinada quantia em dinheiro vivo, entregando-a a mim.
Fabuloso! "Mas, me diga, vossa majestade já provou o meu delicioso café? Vamos, prove uma xícara." E enchi a mesma xícara da qual ela havia bebido, servindo-lhe novamente.
"Ah, como você é gentil. Obrigada." E ela bebeu tudo com muita ânsia.
"Sim, à propósito, isso vai lhe custar 9999 Gil." Repeti meu gesto com as mãos, e novamente ela me pagou.
Voltei para o meu palácio rindo tanto, e carregando uma quantia exorbitante de Gil em mãos. Certo momento, eu me lembro de ter rido tanto que comecei a sentir dores no abdômen e quase caí do dragão prateado.
Mas Kuja, e quanto à sua enxaqueca?, você me pergunta. Acontece que eu esqueci o melhor remédio contra a tal: um pouco de enganação e improviso, combinados com certo egoísmo e auto-confiança.
MWAHAHAHAHAHA!
Primeiro Ato: "Fileurs"
OMFG
Recentemente, meu não-tão-querido irmão Zidane me enviou um link para um... certo site sobre o qual eu irei lhes explicar agora.
Pessoas estão me perseguindo. Não, eu não estou sendo paranoico. Pessoas sabem onde eu vivo, pessoas sabem o que eu faço, pessoas sabem o que eu fiz. Elas estão me SEGUINDO. Elas iniciaram várias "fanslistings" e cultos. Mas essa não é a parte perturbadora.
O mais perturbador é que esses sites continham figuras yaoi incestuosas com Zidane e eu. Agora, vejam, eu tenho uma mente aberta para o fato de que eu poderia estar, de fato, tendo relações sexuais com outro homem, mas... Zidane, eu amo você como um doce, amável e idiota irmão mais novo com quem eu posso mexer sempre que eu estiver entediado, mas não DAQUELE jeito. Entendeu?
Então... Eu estou sendo torturado, perseguido, e convidando o meu irmão para mais do que apenas chá da tarde. Nossa... mas que vida mais amável as pessoas imaginam-me tendo.
Recentemente, meu não-tão-querido irmão Zidane me enviou um link para um... certo site sobre o qual eu irei lhes explicar agora.
Pessoas estão me perseguindo. Não, eu não estou sendo paranoico. Pessoas sabem onde eu vivo, pessoas sabem o que eu faço, pessoas sabem o que eu fiz. Elas estão me SEGUINDO. Elas iniciaram várias "fanslistings" e cultos. Mas essa não é a parte perturbadora.
O mais perturbador é que esses sites continham figuras yaoi incestuosas com Zidane e eu. Agora, vejam, eu tenho uma mente aberta para o fato de que eu poderia estar, de fato, tendo relações sexuais com outro homem, mas... Zidane, eu amo você como um doce, amável e idiota irmão mais novo com quem eu posso mexer sempre que eu estiver entediado, mas não DAQUELE jeito. Entendeu?
Então... Eu estou sendo torturado, perseguido, e convidando o meu irmão para mais do que apenas chá da tarde. Nossa... mas que vida mais amável as pessoas imaginam-me tendo.
Prelúdio: "Conditionnement"
Malditos sejam os deuses
Olá, meu nome é Kuja, e eu estou postando nesse blog. Eu tenho certeza que existe algum grupo de suporte para esse tipo de trauma. Se há, então esta última sentença vai para eles e por favor me mandem um e-mail contendo mais informações. Aparentemente, falta ao meu psiquiatra a inteligência necessária para lidar com os efeitos permanentes disso.
...Mas se, de fato, existe um grupo de suporte para este site, eu vou matar alguém. Nomeamente, a pessoa que me forçou a fazer isso.
Quem?, você pergunta. O nome dele é Kefka. Eu perdi uma aposta considerando quem conseguiria conquistar o mundo mais rápido.
...E eu prefiriria não entrar em detalhes a respeito do fato que perdi. A consequência era a de iniciar um Blog. Aquela aberração psicótica com penas falsas. E eu fiquei tão surpreso quanto ficou Zidane ao descobrir sobre a nossa linhagem, quando eu descobri que existem de fato computadores com acesso à internet neste mundo primitivo que é Gaia.
Eu irei ocasionalmente jogar pequenos pedaços do meu blog VERDADEIRO (o que eu tive que documentar em URL - ó, olhem! O acrônimo mandatório da internet. Por favor, morra) aqui e ali, apenas para produzir drama. Eu sou (percebam a ênfase aqui) um michê do Drama.
Eu estarei condenado se alguém ler isso.
Olá, meu nome é Kuja, e eu estou postando nesse blog. Eu tenho certeza que existe algum grupo de suporte para esse tipo de trauma. Se há, então esta última sentença vai para eles e por favor me mandem um e-mail contendo mais informações. Aparentemente, falta ao meu psiquiatra a inteligência necessária para lidar com os efeitos permanentes disso.
...Mas se, de fato, existe um grupo de suporte para este site, eu vou matar alguém. Nomeamente, a pessoa que me forçou a fazer isso.
Quem?, você pergunta. O nome dele é Kefka. Eu perdi uma aposta considerando quem conseguiria conquistar o mundo mais rápido.
...E eu prefiriria não entrar em detalhes a respeito do fato que perdi. A consequência era a de iniciar um Blog. Aquela aberração psicótica com penas falsas. E eu fiquei tão surpreso quanto ficou Zidane ao descobrir sobre a nossa linhagem, quando eu descobri que existem de fato computadores com acesso à internet neste mundo primitivo que é Gaia.
Eu irei ocasionalmente jogar pequenos pedaços do meu blog VERDADEIRO (o que eu tive que documentar em URL - ó, olhem! O acrônimo mandatório da internet. Por favor, morra) aqui e ali, apenas para produzir drama. Eu sou (percebam a ênfase aqui) um michê do Drama.
Eu estarei condenado se alguém ler isso.
Assinar:
Postagens (Atom)
