Primeiro Ato: Cena III - Extravagante Parte 1

Tudo é apenas uma ilusão do tempo...

Olá, tolos infelizes que eu amo tão incondicionalmente. Mais uma vez eu estou escrevendo neste Blog (Kefka, eu vou envenenar você e depois te atirar de um precipício), pois, aparentemente, isso se tornou um vício meu.

Como eu expliquei no post anterior, a partir deste post eu poderei escrever detalhes sobre minhas venturas por outros mundos, "se eu sentir que assim deverá ser." De novo (e como eu já havia explicado em algum lugar - leitores ávidos, perseguidores fanáticos e fãs obsessivos sabem do que eu estou falando), tais descrições terão apenas a função de produzir drama porque eu sou, óbviamente, uma drama whore.

Mais uma vez aproveito a oportunidade de agradecer à "Bruxa das Dimensões", Srta. Yuuko, pelo magnífico livro de feitiços dimensionais - minha sincera e eterna gratidão! (Fascinante o que se pode encontrar na Internet...)

Se minha memória não me engana, o primeiro reino que visitei era muito tedioso. Tudo estava em ruínas, exceto por um enorme - e eu digo, ENORME - castelo flutuante acorrentado ao que parecia ser uma praia.

Bem, a construção era impressionante, eu admito, e o fato de estar "flutuando" dava um toque sobrenatural a ela, além da atmosfera ameaçadora fornecida pelas nuvens tempestuosas e dos trovões laminados, é claro, mas o castelo em si não me pareceu grande coisa. Possuía muitas torres pontudas (Freud iria adorar!) e o tema gótico das estruturas me dava náuseas.

Por favor! Aquele castelo gritava
"Eu sou um clichê de filme de terror antigo! Lalala! Ah, a propósito, trema diante dos meus trovões!" Meu Palácio do Deserto era muito mais esplêndido e moderno. Tive pena da pobre criatura que habitava ali.

Voei até a entrada para averiguar o interior - o lugar era protegido por uma barreira, mas nada que a minha poderosa magia não superasse - e, ao pousar nos enormes portões de entrada - de novo, era ENORME, somente magia poderia abrir aquilo, e isso logo me fez entender que alguma criatura racional e mágica vivia ali.

Ao adentrar o castelo, duas surpresas me ocorreram. A primeira foi uma tentativa fútil do proprietário do castelo de selar os meus poderes mágicos. Na verdade, foi uma tentativa fútil dos servos do tal homem. Homem ou mulher ou criatura... Enfim, não preciso gastar tempo dizendo que foi completamente inútil.

A segunda surpresa se tratou, na verdade, de uma "troca de coração", como assim dizem. O interior era absolutamente luxuoso e extravagante. Tudo mantinha um estilo clássico e continha algum elemento dourado, e tudo reluzia: as paredes, os ornamentos, as estátuas. Admito que perdi o fôlego. O proprietário tinha bom gosto, eu admiti, e com isso ganhou algumas estrelinhas douradas na minha lista. Mas ao mesmo tempo, tudo pecava por ser exageradamente grande, tornando-se desproporcional. Ai, típico sinal de uma pessoa com complexo de inferioridade.

"Pobre tolo...", pensei e comecei a minha exploração particular do lugar. Nada fora do comum, em verdade - exceto as passagens que, repentinamente, mudavam de estilo: uma sala "cintilante e luxuosa" dava em outra escura e empoeirada. E o que dizer dos monstros? Ridículos. Sucumbiam a uma simples 'Thundaga'.

(Continua...)

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